O ser humano é a única criatura que trava a própria colheita por causa de um estado mental.
Você já tentou pelo número.
E funcionou, por um tempo. A planilha ficou linda em janeiro, com as cores certas e as categorias separadas do jeito que o vídeo ensinou.
Em março você parou de preencher.
Depois veio o aplicativo que conecta no banco sozinho, o caderninho da gaveta, a regra de não abrir a fatura antes do dia 20, o desafio de trinta dias que uma amiga mandou no grupo, o envelope separado pra feira.
Cada um durou um pouco menos que o anterior.
E talvez você tenha concluído dali que o problema é você, que falta disciplina, que as outras conseguem e você não.
Eu demorei anos pra entender que eu estava consertando o lugar errado. Eu também comecei pelo corte.
O número que aparece na sua conta no fim do mês é a última coisa que acontece.
Antes dele veio uma decisão, e antes da decisão veio uma intenção que talvez você nunca tenha colocado em palavras.
Dinheiro amplifica o que já está ali. A mulher que guarda por medo vai guardar a vida inteira e continuar sem se sentir segura, e quem decide no impulso decide o mesmo impulso com mil reais na conta ou com cinquenta mil.
É por isso que ganhar mais quase nunca resolve. Você já viu a sua renda subir e a sensação de aperto ficar exatamente onde estava.
Toda dívida grande dá a mesma impressão, a de que ela é maior que a pessoa que carregou ela até ali.
Ela nunca é.
Dívida é conta, e conta se resolve com tempo, método e receita. Nada disso exige que você vire outra pessoa.
O que derruba mesmo é o dia em que alguém se convence de que não tem mais como gerar nada. Enquanto você não chega nesse dia, você está de pé, e quem está de pé paga.
A primeira coisa que o homem recebeu pra fazer foi cultivar um jardim que já estava pronto, e cultivar quer dizer fazer crescer.
A pergunta que abre esses dois dias é essa: o que você está cultivando com o que já passou pela sua mão?
No primeiro dia a gente desmonta o que você acredita sobre dinheiro, e isso inclui a parte que você aprendeu na igreja e nunca conferiu.
No segundo, a gente monta a estrutura, pilar por pilar, com os seus números na sua frente.
Ninguém diz em voz alta quanto ganha nem quanto deve. O trabalho com o seu número é seu, no seu caderno, e sai de lá com você.
O solo é a fé na provisão, e nada cresce fora dele. Sobre o solo, a primeira pedra é assentada antes de qualquer conta. Ao lado dela ficam os capitais, e é do financeiro que a árvore nasce. Os sete galhos saem todos do mesmo tronco, e é por isso que eles somam cem. O tamanho de cada fruto é o tamanho de cada pedaço do seu dinheiro.
São cinco capitais porque cada um passa no mesmo teste: acumula e se gasta, rende sozinho com o tempo, custa caro perder e demora pra reconstruir, e dinheiro não compra ele direto. A fé fica no solo porque ela reprova no primeiro item, e não é estoque que se junta por esforço.
Arraste a figura para o lado para ver inteira.
Para a mulher que administra o que tem e sente que administra mal, seja o que já é muito ou o que ainda é pouco, e que quer entender de onde vem essa sensação antes de baixar outra planilha.
Casada, mãe de duas meninas, e entendo que administrar bem a minha casa é a minha primeira missão.
Fui analista de tecnologia da informação por quinze anos numa empresa de tecnologia do governo federal, e pedi exoneração com estabilidade na mão pra fazer o que eu faço hoje.
Sou planejadora financeira, habilitada pela SUSEP em vida e previdência, e estou em processo de certificação CFP.
Fundei a RICA, escola de dinheiro e negócios para mulheres, e sou sócia da A2S Family Office.
Eu também comecei pelo corte. Demorei pra entender que a ordem vem antes dele.
No máximo trinta mulheres por turma.
E tem uma parte que eu não vou contar aqui, que só quem estiver na sala vai ver.
Eu te chamo no WhatsApp ainda hoje. Se preferir adiantar, me manda uma mensagem agora.
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